Vítima de Acidente no Mirabilandia Precisa de Atendimento em Casa

Dávine Muniz, professora arremessada de um brinquedo no parque Mirabilandia, em Olinda, precisará de atendimento em casa após receber alta hospitalar. O acidente ocorreu em setembro, e Dávine, ainda internada na UTI, passou por diversas cirurgias, incluindo duas no cérebro.

Após quase três meses, Dávine respira sem ajuda de aparelhos, mas enfrenta dificuldades motoras e na fala. Com alta hospitalar iminente, a família aguarda a adaptação da casa para o home care, esperando que o parque Mirabilandia assuma os custos da reforma.

O advogado do parque alega que o Hospital São Marcos indicou a desnecessidade de internação, alertando para riscos de infecção hospitalar. Contudo, a família busca apoio para a reforma necessária ao atendimento em casa. Dávine enfrentou 10 cirurgias, sendo a última para corrigir hidrocefalia.

O pai de Dávine responsabiliza o parque, afirmando que a falta de manutenção causou a tragédia. Análises do Instituto de Criminalística indicam que a estrutura se rompeu devido à corrosão das correntes. O parque, por sua vez, alega custear a assistência de Dávine e cumprir suas responsabilidades.

O imbróglio jurídico envolvendo o custeio da internação foi parar no Tribunal de Justiça de Pernambuco, que determinou a responsabilidade do parque. Dávine, vítima do acidente, enfrenta desafios físicos e a família busca suporte para o processo de recuperação em casa.

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