Goiano busca tratamento nos EUA para “a pior dor do mundo”

Rafael Regis, 28, enfrenta uma batalha há oito anos contra o que alguns médicos chamam de “a pior dor do mundo”. Portador de duas formas de neuralgia, Rafael vive sob constante pressão, queimação e choques causados por nervos danificados, tornando-se dependente da família. A dor constante levou-o a uma jornada em busca de respostas e tratamento, levando-o da Alemanha, onde descobriu a síndrome de Eagle, aos Estados Unidos, onde agora busca uma cirurgia para aliviar seu sofrimento.

A neuralgia de Rafael é única, com poucos casos semelhantes no mundo. Médicos atribuem a origem do problema a uma mandíbula levemente retraída, desencadeando dores que afetam sua qualidade de vida. A família buscou ajuda internacional, e a intervenção na Alemanha foi crucial para desobstruir sua garganta, mas as dores persistem. Agora, uma cirurgia nos EUA é vista como a esperança de alívio.

Para custear a cirurgia e despesas pós-operatórias, uma campanha foi iniciada, arrecadando até agora R$ 421 mil dos R$ 3 milhões necessários. No entanto, a busca por auxílio público no Brasil foi frustrada, com autoridades alegando a possibilidade de tratamento no país. A família contesta, destacando a complexidade do caso e a necessidade de expertise específica.

Além de lutar pela saúde de Rafael, a família tornou-se porta-voz para o acesso a tratamentos de doenças raras, participando de eventos internacionais. Enquanto aguarda a cirurgia marcada para 1º de dezembro, Rafael sonha em retomar uma vida normal, inclusive perseguindo seu desejo de se tornar piloto de avião. Uma batalha pela esperança e por uma vida sem a “pior dor do mundo”.

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